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O presidente do Varzim, Lopes de Castro, não espera rescisões de contrato de jogadores da equipa de futebol, apesar de dois meses e meio de salários em atraso.
"As rescisões eram possíveis, desde que não actuássemos. Mas não as espero, até porque contamos regularizar os vencimentos nos próximos dias", disse Lopes de Castro à Agência Lusa.
O presidente poveiro esclarece que o atraso se deve a verbas significativas por cobrar: "Os jogadores sabem dos créditos que temos e que as instituições que nos devem dinheiro são credíveis e pagam", afirmou.
O Varzim, que ambicionava subir de divisão no início da época, está no 11º lugar (com 19 pontos, a nove da zona de promoção), tendo mesmo demitido o técnico Diamantino Miranda no final de Dezembro, substituindo-o por Rui Dias.
Apesar do clube somar apenas uma vitória nos últimos 10 jogos, o presidente julga que o atraso nos salários não tem influência na situação: "É desagradável, mas penso que os jogadores não estão a pensar nisso quando entram em campo", sublinhou.
Quanto à constituição da equipa, o costa-marfinense Fofana, da Académica, já não será reforço dos Lobos do Mar. A incorporação do jogador chegou a ser confirmada por responsáveis varzinistas (por empréstimo, até Junho), mas a saída de Hélder Barbosa dos estudantes terá levado o treinador Domingos Paciência a não abdicar de Fofana.
Apesar da transferência falhada, o plantel do Varzim não deve conhecer mais reforços ou saídas.