As portas do Estádio do Varzim estão hermeticamente fechadas em todas as suas dependências e, enquanto não houver ordens superiores, as medidas drásticas estão em curso sem necessidade de fiscalização. Jogadores, técnicos, funcionários e até dirigentes ficam fora da ‘oficina varzinista’ por tempo indeterminado.
Daí que cada elemento esteja de ouvido à escuta de qualquer toque do seu telefone ou telemóvel, ou mesmo via digital, esperando por ‘ordens de ir ao mar’, como acontecia em tempos antigos com a classe piscatória poveira. Até lá, recolha domiciliária, rigorosamente aceite pelo grupo de trabalho.