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Varzim-Olhanense, 0-1: Algarvios revelam olho vivo e pé ligeiro

Triunfo (o primeiro fora) certo do Olhanense, que mostrou ser a equipa mais organizada. Mas, acima de tudo, os algarvios tiveram dois jogadores – Toy e Ricardo Silva – que, só por si, “deram cabo” da defesa do Varzim.

O treinador José Dinis, ao ver que as coisas não corriam de feição para os varzinistas, num acto praticamente de desespero, fez três substituições após o intervalo e só uma delas obrigatória, devido à lesão de Tito. A intenção era atacar a toda a largura do relvado. Tudo ficou pela boa intenção, já que, em termos reais, não deu qualquer resultado positivo. O Olhanense, para além de mostrar uma defesa segura (ao contrário do que acontecia com o seu adversário), tomou conta do meio-campo e, explorando o contra-ataque, não deixou respirar os poveiros.

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O Varzim dispôs de algumas oportunidades para marcar, mas a equipa de Olhão também criou diversos lances de perigo. E daí a razão do desaire varzinista no seu terreno, ou melhor, a justiça do triunfo do Olhanense, sob o lema “olho vivo e pé ligeiro”. Apesar do empenho demonstrado, os poveiros não revelaram credenciais suficientes para anular as investidas algarvias. Daí o desalento dos locais, estampado no rosto de todos os jogadores e ainda mais nos adeptos do Varzim.

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