Estádio em risco

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Três dos cinco sócios do Varzim que requereram a providência cautelar para impugnar as decisões da assembleia geral de 17 de Março, recorreram para o Tribunal da Relação do Porto da decisão do juiz da comarca da Póvoa de Varzim que a tinha julgado improcedente.

Um recurso que deverá ter efeitos suspensivos, pois a decisão da primeira instância não impedia a direcção de prosseguir o processo do novo estádio, votado pelos sócios há três meses por esmagadora maioria. Mas se esta acção tiver provimento, implicará a anulação dos actos entretanto praticados.

O presidente Lopes de Castro está “a estudar o recurso com os juristas do clube”. Amanhã, o Conselho Varzinista e a AG, a 7 de Julho, farão o ponto da situação, “e só depois de os sócios ficarem a par de toda a situação, lhes compete tomar uma posição sobre o assunto”, de forma a saber se o Varzim terá ou não novo estádio.

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