Novo estádio causa polémica

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O novo estádio do Varzim não saiu do papel, mas a polémica em torno da construção já rebentou. A volumetria do projecto, que prevê a criação do novo recinto desportivo no Parque da Cidade e de uma zona urbana nos terrenos onde se situa o actual estádio, está no centro da confusão.

Em declarações ao jornal “Comércio da Póvoa de Varzim”, Macedo Vieira, presidente da edilidade e membro do Conselho Varzinista, afirmou que o índice máximo de construção nos terrenos não deve ser de 1.8 m3, como inicialmente previsto, mas de 1.4 m3. A opinião é partilhada por Renato Matos, vereador e membro do Conselho Fiscal do clube. No entender do autarca, o plano de urbanização não pode contemplar mais de 1.2 m3, estando a subida de dois pontos dependente da forma como o projecto for elaborado. Lopes de Castro, presidente do Varzim, mostra-se surpreendido com a situação e lembra terem sido os políticos que definiram a volumetria de 1.8 m3.

O acordo com a empresa construtora não está ameaçado e os 2,5 milhões de euros adiantados ao clube mantém-se, assim como as contrapartidas para construir um estádio para 10 mil pessoas e uma academia. O que pode estar em causa, como salienta o líder, é a “possibilidade de o clube ter algum património para fazer face a uma boa receita corrente”.

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