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Não vence... mas também não perde. Assim tem sido a época da Briosa em Coimbra, algo que, mais uma vez, voltou a acontecer. Com mais este empate – o oitavo em dez jogos e o quinto que termina com 1-1 no marcador –, Paulo Sérgio soma mais um ponto na luta pela permanência (pouco para a exigência dos adeptos), enquanto o Marítimo marca passo na luta pelos lugares europeus. Ou seja, não agradou a ninguém...
Olhando para o filme do jogo, a divisão de pontos – expressão que só se pode usar se se considerar que um dos três que estava em disputa foi mesmo perdido pelas duas equipas – acaba por se ajustar.
Empolgada, quiçá, com a entrada no onze dos reforços Cissé e RicardoEsgaio – que grande exibição aquela que este último assinou –, a Briosa entrou melhor, dando a ideia de que poderia, diante dos insulares, conquistar a primeira vitória da época no seu reduto. Só que tudo parece acontecer à frágil equipa de Paulo Sérgio. Contra a corrente do jogo, foi o Marítimo a adiantar-se no marcador, com Edgar Costa, a meias com João Real, a rubricar um chapéu demasiado perfeito para os reflexos do guardião Lee. E com o golo sofrido lá se foi o discernimento da equipa da casa...
E agora?
A perder, a Académica não mais se encontrou durante a primeira parte, altura em que os visitantes poderiam ter posto um ponto final na discussão. A verdade é que a diferença mínima se manteve até ao descanso, tempo que para os capas negras parece ter servido para tratar da questão psicológica, tal foi a mudança de atitude no recomeço da partida.
Paulo Sérgio mexeu no xadrez, desviando Esgaio para o lado esquerdo e colocando em campo Aderlan, e o brasileiro quis dar razão à alteração efetuada, assinando um grande golo (52’) na cobrança de um livre. Estava dado o mote para que a emoção chegasse ao Cidade de Coimbra...
Ninguém quer vencer?
Até final, as duas equipas tiveram oportunidades para vencer. Só que Cissé, aos 80’, e Fábio Abreu, três minutos depois, não quebraram a tradição...
MOMENTO
Com o jogo a caminhar a grande velocidade para o fim, Fábio Abreu teve nos pés o golo que podia ter sido da vitória. A barra acabou por lhe negar a possibilidade.
NÚMERO
12 jogos consecutivos em casa, sem qualquer triunfo da Briosa para a Liga. Um fardo demasiado pesado para os adeptos dos capas negras.
O HOMEM DO JOGO
Ricardo Esgaio. Não parece haver dúvidas que o ex-leão chegou com o rótulo de verdadeiro reforço. Apesar de contar apenas dois treinos com os colegas, parecia conhecê-los desde sempre. À direita ou à esquerda, foi sempre o mais esclarecido.
ÁRBITRO
Manuel Oliveira (3). Apitou em demasia e, por vezes, sem critério, num jogo que teve apenas um lance de difícil juízo, com a queda de Ebinho na área da Académica. Manuel Oliveira acabou por mandar jogar...
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