Jorge Jesus perdeu este domingo o primeiro dérbi na Luz, depois de 7 épocas consecutivas sem derrotas. Nos anos em que foi treinador encarnado, JJ somou cinco vitórias e um empate, ciclo vitorioso ao qual deu seguimento como líder sportinguista quando, na temporada transata, ganhou na Luz por expressivos 3-0. Ontem, o Sporting manteve a tradição recente de permitir ao rival o primeiro golo: aconteceu o mesmo, em 2015/16, no jogo para a Taça de Portugal (os encarnados começaram a ganhar, com golo de Mitroglou, mas os verdes e brancos deram a volta e venceram 2-1, com golos de Adrien e Slimani) e naquele que a águia aproveitou para atingir o topo da Liga (Mitroglou).
A derrota leonina começou a desenhar-se com o golo de Salvio e, olhando para o passado recente, a tarefa sportinguista ficou desde logo muito comprometida. É que, a perder ao intervalo, os leões tinham de recuar até 2005/06 para encontrarem uma reviravolta conseguida na segunda parte do jogo. Então sob o comando de Paulo Bento, a equipa reagiu a golo de Simão Sabrosa (27’, pen.) com 3 golos (Sá Pinto aos 64’, de penálti, mais dois de Liedson (73’ e 82’).
O jogo configura ainda um particularidade interessante nas deslocações ao recinto do eterno rival: o Sporting marcou ao Benfica, na Luz, pela terceira vez consecutiva, feito raro nos últimos anos – no novo século só por uma vez tinha logrado fazê-lo, entre 2001 e 2004. Por curiosidade, na história do dérbi só ao jogo 21 os leões ficaram em branco.
Gelson Martins estreou-se como titular
O jovem Gelson Martins assinou este domingo, na Luz, o quinto dérbi como sénior do Sporting, isto é, não falhou qualquer jogo com o rival desde que Jorge Jesus assumiu o cargo de treinador leonino. A história começou com 1 minuto na Supertaça Cândido de Oliveira, no algarve, em agosto de 2015 e prosseguiu com 4 minutos no 3-0, na Luz, a contar para a Liga. Juntou depois 75 minutos para a Taça de Portugal (vitória por 2-1, após prolongamento) e mais 13’ no duelo, em Alvalade, para a Liga, que o Benfica venceu.
Aos 93 minutos somados nesses quatro jogos, Gelson juntou os 90 minutos deste domingo, num jogo em que confirmou a preponderância na equipa. Antes, entrava para ganhar tempo e tentar mudar as coisas do banco; agora já não sai do onze.
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