Mário Figueiredo considera que "ainda não houve um 25 de abril no futebol português", porque os clubes continuam sem liberdade no que diz respeito aos direitos televisivos.
"Os clubes que me apoiam têm sido crucificados. Há uma pressão muito grande. Eu não tenho inimigos, defendo princípios, os interesses dos clubes e a integridade das competições. Não se justifica que uma pessoa que não tem nada a ver com futebol é que decida quanto paga ao clube A ou B. Há filhos e enteados", relatou o presidente da Liga à RTP Informação, falando de Joaquim Oliveira, líder da Olivedesportos.
Ainda assim, o presidente está confiante de que o cenário vai mudar: "As contas da Olivedesportos indicam que os ativos são inferiores em um quarto aos seus passivos. O poder da Olivedesportos está a acabar".
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