João Henriques abordou na conferência de imprensa de antevisão ao jogo com o Nacional sobre o que resta para o final do campeonato. O treinador do AVS SAD quer que os seus jogadores terminem com a cabeça erguida e com a melhor imagem possível, dentro e fora de campo.
"A última imagem é que vai ficar com o futuro deles, seja para ficarem no AVS, seja para irem para outro clube qualquer. Porque no futebol é assim", afirmou o técnico, deixando claro que o profissionalismo e a atitude competitiva não são negociáveis até ao apito final da temporada.
A deslocação à Madeira para defrontar o Nacional traz consigo uma oportunidade que João Henriques não quer desperdiçar. Uma vitória no Estádio da Choupana permitiria à sua equipa fechar dois micro-objetivos: somar três pontos fora de casa pela primeira vez e ultrapassar a barreira dos 15 pontos na tabela classificativa.
"Numa jornada, num jogo, fecharíamos dois micro-objetivos de uma vez", sublinhou o treinador, reconhecendo no entanto que o adversário chega em boa forma. "O Nacional venceu três dos últimos quatro jogos, apresenta-se com a permanência praticamente assegurada e a respirar confiança."
Para além do fator adversário, João Henriques alertou para as dificuldades específicas de jogar na ilha. "Sabemos o que é ir jogar à Choupana. É um jogo sempre difícil para todos os adversários. Nós não fugimos à regra."
Antes de olhar para a Madeira, João Henriques não deixou de revisitar o empate com o Sporting, que considerou uma resposta exemplar da equipa após a confirmação da descida. Para o técnico, o resultado foi a prova de um trabalho consistente que já vinha de trás.
"Não foi por acaso, não foi uma coisa que aconteceu esporadicamente. O AVS já havia demonstrado a mesma postura em Alvalade para a Taça de Portugal. A equipa saiu do jogo com alegria, algo que considero notável dado o momento anímico vivido durante a semana. Temos que sorrir para as adversidades. Só assim é que nós crescemos como jogadores, como profissionais, como homens", afirmou.
Sobre o seu trabalho à frente da equipa, João Henriques admitiu que o final podia ter sido diferente se tivesse mais tempo no clube: "Desde aquele jogo com o Estoril para a frente, sentimos que estaríamos realmente noutra posição que não nesta. Houve até um jogador que veio ter comigo no final do jogo com o Sporting e perguntou o que é que eu estive a fazer tanto tempo na Polónia."
Ainda assim, o técnico não foge às responsabilidades. "Não me excluo absolutamente nada daquilo que são as minhas responsabilidades da descida, porque também faço parte dela. Ponto, final, parágrafo."
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