É um nome incontornável do futebol português, por ter sido o único treinador a orientar uma equipa portuguesa [o Benfica] na conquista de duas Taças dos Campeões Europeus. Em 1961, batendo o Barcelona por 3-2 na final em Berna, e no ano seguinte o Real Madrid de Puskas e Di Stéfano por 5-3, em Amesterdão. Foi recebido, juntamente com os jogadores, por Américo Tomás e Salazar, que lhes outorgaram comendas pelo feito extraordinário, ao qual juntou dois títulos nacionais. À saída de São Bento, virou-se para Fezas Vital, que substituíra Maurício Vieira de Brito na presidência, e sussurrou-lhe que se iria demitir por não poder treinar "14 comendattori". Julgaram que fazia "bluff".
"O terceiro ano é quase sempre mortal para um treinador" - justificou-se. E lançou uma maldição que ficou famosa e que perdura, apesar de o Benfica ter estado em mais cinco finais da Taça dos Campeões Europeus: "Nem daqui a 100 anos uma equipa portuguesa será bicampeã europeia e o Benfica sem mim jamais ganhará uma Taça dos Campeões Europeus...
Uma "pipa de massa"
Para deixar o FC Porto, em 1959, Guttmann exigiu ao Benfica ordenado líquido anual 400 contos, 150 pelo campeonato, 50 pela Taça de Portugal e 200 pela... Taça dos Campeões Europeus. Um dos directores achou a ousadia tão bizarra que lhe atirou: "Oh homem, não ponha 200, ponha mais 100!" Guttmann não se fez rogado e arrecadou 600 contos pelas duas finais, uma "pipa de massa" naquele tempo.
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