Um ano depois dos 10-0 (2 de Fevereiro de 1964), o Seixal voltou à Luz para apanhar novo tareão: agora 11-3. Estávamos a 2 de Maio de 1965 e o Benfica, coroado tricampeão pela primeira vez da sua história na jornada anterior, em Setúbal, apresentou uma equipa de jogadores menos rodados, a saber: Benje; Domingos Fernandes, Humberto Fernandes e Ângelo; Malta da Silva e Neto; Arcanjo, Yaúca, Santana, Guerreiro e Serafim.
O técnico era o romeno Elek Schwartz, que apenas ficou uma época com os encarnados, tendo chegado à final da Taça de Portugal e Taça dos Campeões. E a marcha do marcador foi: 1-0, Arcanjo (3'); 2-0, Santana (4'); 2-1, Carvalho (24'); 3-1, Guerreiro (32'); 3-2, Cambalacho (37'); 4-2, Yaúca (41'); 5-2, Santana (48'); 6-2, Santana (52'); 7-2, Santana (56'); 8-2, Serafim (60'); 9-2, Serafim (62'); 9-3, Cambalacho (84'); 10-3, Serafim (86'); 11-3, Santana (89').
Tarde gorda para o africano Santana, autor de cinco golos. Mas Cambalacho, dos visitantes, também tem a sua dose: dois golos na Luz não é para todos. Nessa época, só Rodrigues II, do Belenenses, obteve idêntica marca na "catedral".
A honra dos três golos
O Seixal acabou este campeonato em penúltimo lugar e desceu de divisão, mas desceu com honra! Parece mentira, mas é verdade. Afinal, a equipa da margem sul marcou três golos na Luz, quando o Benfica sofreu apenas oito ao todo. Quase metade, portanto. O resto dos golos foram marcados por CUF (1), Belenenses (2) e Vitória Setúbal (2).
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