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Chegou a vez de pôr à consideração qual o melhor lateral-esquerdo da história benfiquista, num lote de cinco jogadores que abrange período entre a década de 40 e a de 80 - prova de que nos últimos 15 anos ninguém se fixou no lugar.
O primeiro a surgir foi Joaquim Fernandes (1946-1954), jogador sóbrio, que participou na primeira conquista europeia - a Taça Latina em 1950.
Depois surge Ângelo Martins (1952-1965), um dos melhores de sempre, figura de referência no futebol português e bicampeão europeu; Fernando Cruz (1959-1970) tem as mesmas conquistas internacionais, chegou a coincidir no tempo com Ângelo, acabando mesmo por ser o seu sucessor.
Adolfo Calixto (1967-1975) chegou a tempo de jogar a final da Taça dos Campeões de 1968, esteve na Minicopa em 1972 e acabou, também ele , por marcar uma época no futebol português.
Álvaro Magalhães (1981-1990) veio da Académica, demorou a conquistar o lugar, mas tornou-se indiscutível a partir de certa altura. Os cinco jogadores serão apresentados individualmente a partir de amanhã.
Ser ou não ser esquerdino
É apenas uma curiosidade e ao mesmo tempo o reflexo do peso relativo atribuído à posição de lateral-esquerdo no futebol português: a despeito de qualquer dos escolhidos saber utilizar o pé canhoto, nenhum deles era esquerdino por natureza, razão pela qual todos foram adaptações bem conseguidas, com facilidade para actuar nos dois flancos.
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