100 anos: Os defesas-centrais

Depois dos guarda-redes e dos defesas-direitos, chegoa vez dos melhores centrais da história do Benfica. Uma lista de dez jogadores que faz a ponte entre o início dos anos 30 (com o brilhante e tecnicista Gustavo Teixeira) e actualidade (com o já histórico Hélder Cristóvão), passando por jogadores que fazem parte do imaginário benfiquista e pertencem à grande história do futebol português.

Se Artur Santos marcou a década de 50 encarnada e ainda viveu por dentro, em fim de carreira, a glória europeia do início dos anos 60, Félix Antunes, Germano de Figueiredo e Humberto Coelho constituem o trio dos mais aclamados centrais portugueses de sempre.

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Na votação surgem igualmente os nomes de Eurico Gomes (único campeão por três clubes diferentes), António Bastos Lopes (quase 300 jogos para a I Divisão), mais os brasileiros Mozer e Ricardo Gomes, grandes figuras à escala mundial, ambos com mais de uma centena de presenças, aos quais juntam um interessante número de golos marcados: 11 golos para Mozer e 21 para Ricardo Gomes.

Entre os preteridos estão três nomes recentes, reconhecidos internacionalmente, mas cuja expressão absoluta foi obtida fora da Luz: o brasileiro Aldair, o paraguaio Carlos Gamarra e o espanhol Carlos Marchena. Qualquer deles demonstrou imensa qualidade. mas teve passagem fugaz pelo clube.

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