100 anos: Reinaldo Gomes

100 anos: Reinaldo Gomes
• Foto: D.R./Record

Suscitou de imediato um clima de grande expectativa. Trazia a promessa de golo, combate, coragem e poder de choque para a frente de ataque benfiquista e não desiludiu nos primeiros tempos.

O fenómeno de Reinaldo conheceu, de imediato, a popularidade proporcionada pelo estilo de ponta-de-lança poderoso fisicamente, que dominava com perfeição o espaço da grande área adversária e dispunha de óptima relação com o golo.

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A exuberância da sua entrada em cena em 1978/79 - no final, em 1982, apresentava 117 jogos e 59 golos, com um parcial de 85-48 em partidas a contar para o Nacional da I Divisão - conduziu-o direitinho à Selecção Nacional, proeza de proporções difíceis de compreender na plenitude nos dias de hoje - falamos de um tempo em que a concorrência para o lugar de avançado-centro tinha os nomes próprios de Gomes, Nené, Jordão e Manuel Fernandes.

Com o passar dos anos, vítima de algumas lesões, Reinaldo foi perdendo fulgor. Saiu para o Boavista, onde ainda brilhou.

A revolução sueca

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Reinaldo não resistiu às mudanças no final da temporada 1981/82, principalmente a do comando técnico. Quando Eriksson iniciou a revolução no plantel encarnado, as opções para a frente de ataque confirmaram os nomes de Nené, Filipovic e César (que saiu pouco depois) mas não o de Reinaldo, que perdeu a corrida para Diamantino, emprestado ao Boavista.

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