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10 mil euros e jogos em camarote VIP: as alegadas contrapartidas da toupeira

• Foto: Duarte Roriz

Nas buscas à casa de José Augusto Silva, a Polícia Judiciária identificou um total de nove computadores que são "propriedade do Ministério da Justiça, não podendo ser mantidos ou utilizados pelo arguido na sua residência para fins particulares". Além disso, no quarto do filho havia várias peças de vestuário da marca Benfica.

A investigação também verificou as contas bancárias do arguido em prisão preventiva, referindo uma conta na Caixa Geral de Depósitos onde, durante o ano de 2017, foi creditado um total 10.233 euros, resultantes de 11 depósitos e 47 transferências, excluindo os valores referentes a remunerações pagas no âmbito do exercício da profissão como técnico no Instituto de Gestão Financeira e Equipamentos da Justiça.

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Estas informações estão no despacho do processo do Ministério Público que foi divulgado no blogue 'Mercado de Benfica'. Neste documento consta ainda que José Augusto Silva esteve presente em pelo menos oito jogos do Benfica, cinco deles no Estádio da luz, entre 19 de agosto do ano passado e 20 de janeiro.

As autoridades consideram o dinheiro suspeito e procuram detetar se se trata de contrapartidas por corrupção, não o ligando para já a Paulo Gonçalves, assessor jurídico da Benfica SAD, ou ao Benfica, mas dão como garantido que os informadores dos encarnados teriam direito a bilhetes para o anel VIP do Estádio da Luz, camisolas e outros artigos de merchadising, sublinha por seu turno o 'Jornal de Notícias' em artigo publicado neste sábado.

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