Alberto Bastos Lopes defende que a opção por um sistema com três ou quatro jogadores na retaguarda depende do treinador, mas que uma mudança "requer muito treino".
"O míster Jorge Jesus é que lá está, ele é que trabalha com eles e terá as suas ideias. Tendo ao dispor três centrais com esses valores reconhecidíssimos, se calhar, o mais lógico seria trabalhar a equipa baseada neles. Isto requer muito trabalho e muito treino. Terá de avaliar se valerá a pena, até ao final da época, fazer a mudança. É sempre bom ter um plano B, de qualquer maneira. Faz sempre falta para que os jogadores durante um jogo possam estar preparados. A linha de quatro defesas tem dado bons sinais nos últimos tempos", vincou em declarações a Record o campeão em três ocasiões pelo Benfica sobre a possibilidade de Jorge Jesus vir a apostar em três jogadores na retaguarda com maior frequência.
"O trabalho também não se pode direcionar só aos defesas. O Weigl foi um jogador que melhorou também o seu rendimento. É uma grande ajuda para a defesa. Todos os médios e todos os jogadores em trabalho defensivo ajudam a defesa a melhorar. Há um trabalho defensivo que tem vindo a crescer e o Benfica tem vindo algumas melhorias físicas que também são importantes. Agora, o Jorge Jesus tem de encontrar o que é melhor para a equipa. Ele nunca tinha posto o Benfica a jogar com três centrais, só esta temporada é que o tem feito. Será uma coisa relativamente nova no Benfica. Neste momento, não estava a ver a fazê-lo. Depende das ideias dele para o jogo com o Sp. Braga. Jogar com três centrais não é forçosamente um sistema de jogo defensivo. Pode ser o contrário. Depende dos jogadores, das ideias que transmite e das dinâmicas da equipa", explicou o também treinador, de 61 anos, campeão pelos juniores do Benfica (2003/04).
Por Flávio Miguel SilvaEstratégia já utilizada esta época com Otamendi
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