CALADO... falou. O jogador decidiu quinta-feira terminar o voto de silêncio e pronunciou-se sobre a polémica que o envolveu nas últimas semanas, relacionada com boatos de homossexualidade e com uma já desmentida relação com o cantor Melão. O médio encarnado promoveu uma conferência de Imprensa no Sindicato dos Jogadores, em detrimento do Estádio da Luz.
Calado surgiu acompanhado pela esposa e pelo irmão e ficou-se unicamente pela leitura de um comunicado onde expressou o seu repúdio e insatisfação pelos ”boatos” vindos a público nos últimos tempos. Na sala, o jogador contou com o apoio de vários agentes desportivos, nomeadamente jogadores. Pedro Henriques, Paulo Bento, Quim Berto, Veríssimo, Ricardo Esteves, Nélson Morais, José Carlos, Rebelo e Rui Neves manifestaram a sua solidariedade como colegas de profissão enquanto José Couceiro (Alverca) e Luís Guilherme (APAF) também marcaram presença. Calado recebeu ainda vários faxes a manifestar apoio e solidariedade como foram os casos de Augusto Inácio, Sá Pinto e os plantéis de Salgueiros e Boavista.
No seu comunicado, Calado começou por descrever os últimos dias. ”Nos últimos oito dias percebi que a vida é luta e não fuga. Aprendi também que não existe para alguns qualquer fronteira de reserva pessoal, o que é um sinal bem perigoso neste tempo em que a comunicação e a informação têm uma importância fundamental”, afirmou, para em seguida tecer duras críticas aos autores da polémica: ”Na verdade, se alguns julgavam que perante mentiras sem sentido eu desesperava e desistia, estão completamente enganados. Se alguns, perante rumores infundados, julgavam que eu não tinha força nem energia, estavam totalmente equivocados. Se alguns perante boatos nojentos se sentiram desobrigados de preservar o direito à reserva e à intimidade da vida privada, ao bom nome e à honra, perceberão, decerto, nos lugares próprios, que tais direitos são devidamente protegidos no nosso Estado de Direito”, afiançou, anunciando assim que irá mover processos a quem julga tê-lo lesado.
No final, Calado prometeu não se deixar abater pelo sucedido e ajudar o seu clube a conseguir os objectivos a que se propõe, agradecendo o apoio de amigos, colegas e família. ”Vou continuar a lutar no Benfica e pelo Benfica. Quero participar, activamente, nos êxitos do meu clube. E àqueles que me agrediram e à minha família, dizer-lhes tão-só que são muito fracos e cheios de vícios!”, concluiu, não permitindo qualquer questão.
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