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Os potentes livres diretos são uma das imagens de marca de Oscar Cardozo, e bem se pode dizer que a culpa foi de... Juan Araujo. Tudo porque foi ele quem “espicaçou” o Tacuara a rematar com força à baliza adversária.
“Durante o dia, Cardozo treinava-se, e à noite ia para a escola. Depois dos treinos, ficava a marcar livres. Dizia-lhe que tinha de bater em força, pois em jeito nunca acertava”, explicou aquele que Cardozo considera um segundo pai, pois viveu em sua casa até durante quatro anos, na juventude:“Ele e os meus filhos eram como irmãos.”
Com 14 anos, o paraguaio chegou ao 3 Febrero, clube modesto de Ciudad del Este, depois de trabalhar com o pai a fazer carvão. Já nessa altura Cardozo sonhava com voos mais altos. “Era muito ambicioso. Dizia-me sempre que tinha de se transferir, pois queria triunfar. Era humilde e aplicado e chegou onde quis”, afirmou. Certo é que, em 2004, com 21 anos, o avançado paraguaio rumou ao cotado Nacional, da capital paraguaia, Assunção.
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