Circati: «No Benfica jogamos cada partida para conquistar o campeonato... No Parma jogava para a manutenção»

O jogador nos treinos
• Foto: Record

Na , marcado para esta quarta-feira (20h), Alessandro Circati juntou-se ao treinador Marco Silva para responder às perguntas dos jornalistas, na sala de imprensa de San Siro. O defesa-central, que regressa a Itália após uma passagem de cinco temporadas pelo Parma, falou sobre o período de adaptação e da mudança de expetativas num clube e noutro. O internacional australiano recordou que na equipa transalpina jogava "a pensar na manutenção" e agora para "tentar conquistar o campeonato".

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"Relativamente ao jogo, tenho a certeza de que será uma partida com muita intensidade. Ambas as equipas vão abordar o jogo para conseguir um resultado positivo e somar pontos. Não será fácil: são duas grandes equipas que querem praticar bom futebol. O mister conhece-os melhor do que eu, bem como ao treinador deles. Tem tudo para ser um grande espetáculo. No fundo, é um jogo de futebol, mas nós vamos encará-lo para tentar vencer e dar o nosso máximo. Quanto à outra pergunta, essa terá de ser para ele responder."

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"É muito diferente. Os estádios onde jogas são bastante distintos e as viagens também diferem um pouco, como ir jogar às ilhas com o fator do vento. De uma forma geral, a liga portuguesa tem grandes equipas e excelentes jogadores a nível individual. As infraestruturas podem não estar tão desenvolvidas como as de alguns clubes aqui em Itália, mas a qualidade do campeonato está lá, com grandes talentos individuais e formações muito mais bem preparadas do que aquilo que as pessoas de fora de Portugal poderiam esperar."

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"Sim, sem dúvida, foi muito importante. Depois da lesão que tive no ano anterior não foi fácil, mas aquela era a época em que eu queria recuperar e demonstrar, acima de tudo a mim próprio, o que era capaz de fazer dentro de campo, tentando disputar o maior número de partidas possível. Como disseste, foram 31 jogos. No início da temporada não tinha estabelecido um número fixo, mas queria claramente atingir a fasquia das 30 partidas..."

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"Senti a diferença. Quando cheguei ao Benfica deparei-me com um mundo um pouco diferente, mas não tanto pela estrutura ou pela dimensão institucional do clube em si; tem mais a ver com os objetivos. No Benfica jogamos cada partida para tentar conquistar o campeonato, a taça ou qualquer competição em que estejamos inseridos. Em Itália, com o Parma, jogava-se claramente para a manutenção, porque era esse o momento do clube. São realidades em posições completamente diferentes: um clube entra em campo para lutar por títulos e o outro para garantir a permanência. Isso muda bastante a forma como abordas cada jogo e como encaras a época."

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Por Record
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