Ángel di María celebra sempre os golos com um gesto em que forma um coração com as mãos – ontem fez dois na goleada (5-0) sobre os Emirados –, algo que nasceu nos tempos em que representava o Benfica, envolvendo a companheira do extremo, Jorgelina, que estava a hesitar em mudar-se para Lisboa.
"Ela tinha dúvidas sobre se ia comigo para Lisboa, mas acabou por aceitar e viajou comigo. Na primeira vez em que foi ao estádio, nós [Benfica] ganhámos e eu marquei um golo. Comecei a correr em direção ao setor em que ela estava a fiz um coração com as mãos. Ela fez aquele esforço por mim. Depois, tornou-se uma espécie de amuleto da sorte e continuei a fazê-lo", contou o jogador da Juventus em entrevista ao jornal ‘La Nacion’.
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