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Di María adia regresso e prefeito de Rosário culpa organização do futebol argentino

• Foto: Vítor Chi

Pablo Javkin, prefeito de Rosário, responsabilizou a organização do futebol argentino por Ángel Di María ter adiado o regresso ao seu país. O autarca negou que os problemas de segurança da cidade onde nasceu o extremo do Benfica tenham tido maior peso na decisão deste.

"O futebol argentino tem muitas coisas para corrigir, há muitos mais problemas na organização do que nas condições [em Rosário], porque eles vêm visitar a cidade e ficam muito tempo", atirou o autarca, à Cadena 3, sem citar a AFA, a federação daquele país sul-americano. "Não me parece lógico que nos flagelemos, acreditando que todas as decisões têm a ver com uma questão específica", acrescentou, sobre os problemas de segurança na cidade.

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A 25 de março, a família do avançado do Benfica foi alvo de ameaça de morte. Os ocupantes de uma viatura que passou pelo condomínio, de madrugada, deixaram um bilhete com mensagem ameaçadora. Os suspeitos foram detidos dias depois. Javkin não parece convencido. "Gostaria também que olhássemos com atenção para o que está a acontecer no futebol argentino", completou.

Di María tinha planeado voltar ao Rosario Central, o seu clube do coração, este ano. Mas não só acabou por colocar de parte essa possibilidade, como afastou a transferência para o River Plate, como Record revelou esta quarta-feira. O jogador dá prioridade ao conforto da família e está disponível para continuar na Luz. A SAD do Benfica tem agora a palavra.

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No imediato, Di María está próximo de tornar-se no 5.º argentino com mais jogos pelo Benfica. Ainda está época irá saltar para o top-5, destronando Cervi. Com 171 encontros, vai igualar o atual jogador do Cervi já em Famalicão. Otamendi não passará do 4.º lugar esta época.

Por Nuno Martins
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