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A diretora da Academia do Benfica na Ucrânia, Maria Krivopishina, está sob suspeita da morte de uma criança de 10 anos durante um acampamento dos jovens futebolistas. Segundo o despacho da Procuradoria Geral, citado pelo 'football24.ua', a dirigente é suspeita ao abrigo do Artigo 271, ponto 2, do Código Criminal da Ucrânia, o qual pune a violação dos requisitos de segurança no trabalho que resulte na morte de uma pessoa.
A investigação apurou que a responsável pela Academia do Benfica cometeu violações grosseiras das medidas de segurança, algo que terá sido confirmado por exames forenses. Segundo o gabinete da Procuradoria Geral, Maria Krivopishina está atualmente no estrangeiro pelo que as autoridades ucranianas pretendem colocar o seu nome da lista internacional de procurados e iniciar os procedimentos para a extradição da suspeita.
A tragédia ocorreu em agosto de 2023 no território do complexo da Vila Olímpica, perto de Kiev, onde a academia está localizada. Durante o acampamento, o treinador levou as crianças para nadar num lago com 9 metros de profundidade e deixou-as sem supervisão de um adulto. Ivan Goncharuk, de 10 anos, não sabia nadar e afogou-se. Os pais do menino ligaram repetidamente para a administração do acampamento logo no dia do infeliz acontecimento, mas as suas ligações foram ignoradas e acabaram por saber da morte do filho pela polícia.
Até há pouco tempo apenas o processo contra o treinador tinha chegado a tribunal, enquanto o caso contra os funcionários estava preso na fase de instrução. Só após a mudança do grupo de procuradores no final de agosto é que o processo começou a avançar mais ativamente. O Procurador-Geral, Ruslan Kravchenko, garantiu que o caso está sob o seu controlo pessoal.
De acrescentar que Maria Krivopishina é filha do ex-chefe da South-Western Railway, Oleksiy Krivopishin, que foi acusado em 2019 de desvio de mais de 50 milhões de hryvnias (cerca de 1 milhão de euros).
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