O BENFICA recusa pagar os 40 mil contos relativos à revogação do contrato de Eládio Paramés, assessor da anterior Direcção. Tal como sucede em relação a Álvaro Braga Júnior, o facto de a respectiva letra ser datada de 30 de Outubro, véspera da tomada de posse da actual Direcção, é o principal argumento dos responsáveis do clube da águia.
”O Benfica foi citado para a acção executiva que o sr. Eládio Paramés intentou para a cobrança do montante de 40 mil contos mais juros, quantia ajustada para efeitos de revogação do seu contrato de trabalho e suportada por uma letra de que o SL Benfica, SAD é aceitante e de que o sr. Eládio Paramés é sacador”, afirmou quarta-feira o director de comunicação dos encarnados.
Recordando a data da letra (30 de Outubro), João Malheiro sublinhou a tomada de posição do clube da águia: “O Benfica vai opor-se à execução porque entende que os termos da revogação e aceite da letra constituem um acto abusivo e ilegal.”
O director de comunicação do Benfica revelou ainda uma outra situação: “Dois treinadores do futebol juvenil, na circunstância Fernando Chalana e José Henrique, que na altura tinham três meses de salários em atraso, foram convidados nesse mesmo dia a assinarem novos contratos de trabalho com valores substancialmente diferentes, para mais altos.”
João Malheiro considerou a situação “abusiva e completamente ferida de direito”.
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