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Enzo pesa tudo o que come: dieta secreta só admitia pecado na véspera dos jogos

• Foto: Lusa/EPA

O talento de Enzo Fernández pode ser inato, mas para se apresentar ao melhor nível, o jogador tem todos os cuidados fora de campo. E no que diz respeito à alimentação, chegou ao Benfica a seguir uma dieta rígida, ainda que gostasse de cometer um pequeno 'pecado' antes dos dias dos jogos. A revelação foi feita por Ricardo Ortiz, que nos meses anteriores ao jogador mudar-se para Portugal, era o responsável pela alimentação do jogador. Uma relação por intermédio de Esequiel Barco, jogador do River Plate.

"Era uma dieta muito restrita, mas variada", assinalou, antes de revelar que podia consumir entre 250 ou 300 gramas de carne de vaca, borrego, frango ou peixe como proteína. "Os hidratos de carbono tinham de ser pesados na balança, era uma quantidade de 120 gramas de arroz basmati, integral ou massa sem glúten. Tudo pesado e cozinhado", contou em declarações ao portal 'Infobae', tendo prosseguido com os detalhes dos temperos.

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"O molho era de tomate natural, não de lata. Podíamos juntar pimentos, por exemplo, mas tudo ao natural. Relativamente à verdura, tinha de tudo. Espinafres, brócolos, alface, endívia, couve, que não gosta muito, mas comia de igual forma. Também cogumelos laminados", acrescentou, antes de contar que também o "azeite era medido". Antes de ir para a cama, estava recomendado que bebesse um chá, mas isso "não o levava muito a sério". 

O cozinheiro passou a estar bastante próximo de Enzo Fernández e cozinhava, tanto para o médio, como para o amigo e, na altura, vizinho Esequiel Barco, com quem atuava no River Plate. Ambos viviam no mesmo condomínio e até foi o Barco que apresentou Ortiz a Enzo Fernández. Essa proximidade fez com que percebesse o trabalho extra que o jogador das águias fazia quando chegava a casa. 

"Chegava do clube e metia-se a treinar em casa. Fazia ali o segundo turno. Vinha um massagista, kinesiologista ou um preparador físico. Era super responsável. Queria superar-se e sentir-se sempre bem. Vi isso em muitos poucos miúdos", sustentou.

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Apesar disso, Ortiz confessa que havia um pecado que o jogador não resistia a cometer nas vésperas dos encontros. "Não estava na dieta. Mas sim, comia raviolis de presunto e queijo antes de ir para estágio. É um vício que tinha desde o seu tempo no Defensa y Justicia. O cozinheiro do Defensa preparava isso aos seus jogadores com molho misto. Ele adorava e comia isso um dia antes dos jogos. E mal não lhe faz", sustentou.

Por Valter Marques
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