Carlos Manuel brilhou de águia ao peito na década de 80 do século passado, conquistando 4 campeonatos, 7 Taças de Portugal e 2 Supertaças. "Hoje, com as redes sociais, é completamente diferente", diz o antigo internacional português, aprofundando o assunto. "Antes, acabávamos o jogo, tínhamos os nossos carros fora das baias e estavam os adeptos à nossa espera, de vez em quando. Da mesma maneira, quando íamos para o treino no Campo n.º 3, os adeptos iam a falar connosco, ali perto. Mas isso era mais para nos fazerem sentir responsáveis, o que não é mau", recorda, acrescentando: "Mas há aqui outra palavra: mística. Tenho uma conceção muito, muito 'sui generis' da mística do Benfica, que é aquilo que vem mesmo no dicionário. É uma atitude coletiva e afetivamente assente na devoção ao clube. Estas duas palavras, afetividade e devoção, valem muito aqui. Acho que a mística é isso. Claro que vamos falar, depois, da garra, do querer, da vontade, mas está inserido nisto."
A iniciar a quarta época no Benfica, João Mário já está familiarizado com essa mística que Carlos Manuel explicou. "É uma palavra que está muito, muito, introduzida no clube, que ouves muito desde os miúdos da formação até à primeira equipa, e falamos muito disso. Já estou cá há algum tempo e já fui vendo o que é a mística do Benfica, e sem dúvida que é uma palavra importante", afirmou, prosseguindo. "Como disseste, e bem, pela definição, as pessoas gostam de uma equipa que coletivamente funciona. Falamos sempre em individualidades, o Benfica vai ter sempre grandes individualidades, e as pessoas vão gostar sempre. Mas é sempre difícil ganhar, porque aqui não basta ganhar um jogo, não basta ganhar 10 jogos, tens de ganhar o campeonato, tens de lutar nas competições, ganhar as Taças. Não conheço nenhuma equipa que consiga esses objetivos sem ser um coletivo forte", referiu.
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