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O Benfica conseguiu este sábado uma vitória sofrida na Choupana, frente ao Nacional, por 2-1. No final da partida, José Mourinho considerou o triunfo "merecidíssimo" e frisou mesmo que só as águias quiseram somar os três pontos.
"Merecidíssima. É das vitórias que, se fosse derrota, não poderia ter uma única palavra contra a minha equipa. Jogaram bem desde o primeiro minuto. Quando o Nacional faz o golo, é difícil emocionalmente, porque és a única equipa que está quase a ganhar e sofrer um golo é duro, mas a equipa reergueu-se e foi à procura. Ok, ganha o jogo de forma dramática, tirada a ferros, mas é super merecida", começou por analisar, à Sport TV.
Este pode ser o ponto de viragem? "Durante o campeonato perdem-se pontos no final e ganham-se pontos no final [dos jogos]. Não conheço uma equipa que ganhe sempre no final nem que perca sempre no final. O Benfica hoje ganha dois pontos nos últimos minutos, mas custa-me dizer isso. A vitória começou no primeiro minuto, a equipa esteve sólida, bem organizada e dominou o jogo completamente. O Nacional faz meio-remate à baliza durante o jogo com defesa fácil do Trubin. É um grande domínio do Benfica, não quero dizer durante 99 minutos, talvez 20, porque se calhar não se jogou mais do que 20 minutos, mas é um domínio de início ao fim e uma vitória super merecida".
Prestianni e Schjelderup deram o que pretendia? "Eles entraram bem, mas quem saiu também fez um bom jogo. Durante o jogo, nunca pensei 'não vamos ganhar este jogo'. Tive sempre a esperança que iríamos sempre ganhar. Claro que, quando entram, entram frescos. Cada um para uma ala. Ivanovic também deu muita mobilidade, Pavlidis um bocadinho cansado ficou lá na zona central... Mas a equipa fez um jogo muito bom. Ok, os três pontos são o mais importante, são o que interessa, mas gostei da organização de jogo e da força psicológica para resistir a um resultado negativo, num jogo onde já sabíamos, pela maneira como começou, que iria acabar de maneira pior. Com muitas paragens, muito pouco tempo útil. Mas acho que é merecidíssima".
Como conseguiu manter a calma no final? "A euforia às vezes significa também perda de organização. Estávamos a jogar completamente escancarados e naquele momento quis reorganizar a equipa para os últimos minutos. O feeling era obviamente 'já não há volta a dar', mas o futebol é traiçoeiro e alguma coisa podia acontecer. O meu traquejo... Obviamente que estava feliz, mas o traquejo e a responsabilidade deram-me calma".
Vem aí o Sporting... "Agora é descansar. Não pensar muito em futebol. Os rapazes tiveram dois jogos duros. Há aqui rapazes que no Ajax correram 12,5 quilómetros e hoje não era fácil para alguns. Ganhámos, é bom, a vitória do Ajax foi importante, esta também foi importantíssima. Estas vitórias solidificam laços, há muita alegria no balneário, mas para o Sporting ainda faltam muitos dias. Amanhã é repouso merecido".
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