Taarabt é jogador do Benfica até 30 de junho de 2020, tendo Júlio César dado uma preciosa ajuda em todo o processo. O guarda-redes brasileiro conhece bem o médio-ofensivo marroquino – coincidiram no plantel do Queens Park Rangers, em 2012/13 – e convenceu-o de que estaria a dar um passo acertado na carreira, caso respondesse afirmativamente ao convite que lhe fora endereçado pelo clube da Luz. A imagem que lhe transmitiu do Benfica foi de tal forma positiva que Taarabt não vacilou, optando por rumar a Lisboa e rejeitando alguns convites – até mais generosos – que tinha em carteira.
Não se ficou, no entanto, por aí o contributo do guarda-redes, que interrompeu momentaneamente o período de férias e acompanhou Taarabt na "visita" à SAD presidida por Luís Filipe Vieira. Decisivo neste passo que o marroquino deu na carreira, Júlio César chegou ao Benfica através de um processo semelhante. Expliquemos. Tal como Júlio César há um ano, Taarabt estava contratualmente ligado ao QPR por mais uma temporada, mas acabou por "abreviar" o vínculo. A ligação foi interrompida de comum acordo – o clube inglês desceu de divisão e queria diminuir os encargos salariais do plantel, enquanto o futebolista, de 26 anos, não via com bons olhos o afastamento dos principais palcos –, o que permitiu ao Benfica contratá-lo a custo zero.
Ambicioso
Taarabt acredita que esta transferência para a Luz pode fazê-lo regressar à ribalta, tal como sucedeu com Júlio César, em 2014/15. O projeto que lhe foi apresentado agrada-lhe, sobretudo porque lhe permite voltar a lutar por títulos e competir na Liga dos Campeões. O facto de o Benfica ser um clube com milhões de adeptos é outro dos aspetos que o fizeram embarcar para Lisboa. O palco onde irá atuar nas próximas cinco temporadas, esse, deixou-o verdadeiramente encantado.