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Bruno Lage prolongou esta quinta-feira o seu contrato com o Benfica e, em declarações à BTV, o técnico de 43 abordou a continuidade no clube da Luz, revelando que nunca esteve preocupado com as especulações em torno da renovação.
"Estive sempre tranquilo e sabia que seria fácil de resolver. Os timings têm sido todos certos: o regresso ao Benfica e a chegada à equipa A. As coisas estavam plenamente resolvidas, era uma questão de nos sentarmos todos juntos. Tinha um contrato prolongado, foi acrescentado mais um ano (até 2024) e com aumento de salário. Estou feliz e orgulhoso por reconhecerem o nosso profissionalismo e dedicação", afirmou Bruno Lage.
Confrontado com os desafios que vai encontrar ao comando dos encarnados, o treinador quer continuar a conquistar títulos com o contributo dos jogadores formados no Seixal.
"Num clube com esta grandeza vencer é o objetivo. Depois, ter como base o trabalho da formação como foi de onde eu vim. Penso que metade do plantel é oriundo da formação. Estamos a fazer um trabalho fantástico, o que não impede que estejamos atentos ao mercado para darmos o melhor de nós, nacional e internacionalmente. Tem de ser o grande objetivo e é assim que temos de projectar o futuro", assumiu.
Impacto desde a chegada ao Benfica
"As coisas têm acontecido de forma natural. Depois, jogando de 3 em 3 dias, ainda não parei para pensar sobre isso. O foco está no que quero conquistar e aquilo que quero conquistar é o próximo jogo. Do que vale ter expectativas se não ganhar o próximo jogo? Estava convicto e dizia de forma sentida a toda a gente, à equipa do André Carvalhas, do Miguel Rosa, Rúben Lima, etc..., que eles passavam aqui uma vida a trabalhar arduamente para ter uma oportunidade de 5 minutos na equipa A. E depois têm de mostrar que merecem uma nova oportunidade. Disse-o tantas vezes que quando me surgiu a oportunidade tive de a agarrar. Nunca pensei em vir treinar a equipa A quando voltei a Portugal. Uma vez a despedir-me do meu filho, às 6 da manhã e com ele a dormir, comecei a balançar. Pensei até que ponto estava a ser egoísta e a pensar só em mim. Estava a montar o aquecimento contra o Manchester City e pensei que já tinha feito os jogos que tinha para fazer. O meu filho fazia anos e eu ali… O presidente fez um contrato fantástico para um treinador que ia para a equipa B. Podia ficar com o mesmo ordenado agora que não havia problema... Eram 200 mil euros anuais por 5 anos de contrato. Só uma pessoa como ele me dava aquele contrato. Foi a oportunidade de uma vida e para a qual me estava a preparar inconscientemente há 20 anos".
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