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Louletano frente ao Benfica: A criatividade de Caniggia

Louletano frente ao Benfica: A criatividade de Caniggia

DADINHO – Cometeu uma falha grave. Saiu em falso da baliza, permitindo que Van Hooijdonk inaugurasse o marcador. Mas não teve responsabilidades nos dois outros golos sofridos e protagonizou um punhado de intervenções de elevado grau de dificuldade.

MUCHANGA – Começou por ser um lateral ofensivo, mas Maniche obrigou-o a prestar maior atenção aos aspectos defensivos. Perdeu e ganhou lances nos duelos com o adversário directo, mas permitiu que este, fruto de desmarcações, surgisse várias vezes em posição de remate.

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PAGANI – Dividiu com Dadinho as culpas no primeiro golo sofrido pelos algarvios e não conseguiu emendar as falhas reveladas por Campina na marcação directa a Van Hooijdonk.

PEDRO PEREIRA – Marcou João Tomás e sentiu dificuldade face ao jogo aéreo e mobilidade do avançado benfiquista. Foi permissivo no lance do terceiro golo, fabricado sem problemas pelos dois pontas-de-lança dos encarnados.

PAULO JORGE – Carlitos colocou-o bem cedo de sobreaviso e o lateral-esquerdo algarvio raramente pôde deter o veloz adversário que teve pela frente. Melhorou de rendimento na segunda parte.

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CAMPINA – Enquanto a condição física lhe permitiu, moveu vigilância apertada a Van Hooijdonk. Mas, sensivelmente a partir dos 40 minutos, começaram a faltar-lhe as pernas para o acompanhar. O holandês foi-se aproximando da área e o trinco algarvio nada pôde fazer face à estatura do adversário directo, que ganhou vários lances de bola pelo ar em plena área algarvia.

LUÍS CANHOTO – Apesar do esforço, não segurou o meio-campo, originando que Calado tivesse liberdade de movimentos, nem criou desequilíbrios nessa zona do terreno, devido à vigilância de Fernando Meira.

GOMES – Lutou enquanto teve forças. Foi substituído aos 55 minutos, visivelmente fatigado.

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ZEZINHO – Começou bastante activo no lado direito do ataque, dando muito trabalho a Escalona. Na segunda metade, derivou para a esquerda e manteve a tendência de quebra de rendimento.

MARCOS GAÚCHO – Um ponta-de-lança lutador que teve um justo prémio, ao obter o tento de honra do Louletano.

SUFRIM – Rendeu Gomes (55 m), trazendo alguma frescura física ao miolo algarvio. Não resolveu – nem podia resolver – os problemas do sector.

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RAMALHO – No único lance importante que protagonizou, não deu o melhor seguimento a uma desmarcação de Caniggia, que o deixou isolado.

CALÚ – Actuou os últimos 20 minutos, altura em que o jogo já estava resolvido.

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