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Numa conversa na BTV com Nuno Gomes e Ricardo Rocha, Pedro Mantorras recordou o título ganho pelo Benfica em 2004/05, com Trapattoni.
"O coletivo naquela altura era muito forte. Estive três anos sem jogar futebol e essa época foi importante porque havia pessoas que acreditavam muito em mim. Não estava a 100 por cento, mas a motivação e o querer ajudaram. O grupo foi muito importante, os jogadores mais velhos ajudaram imenso. Impacto nos adeptos? O Trapattoni mandava-me levantar para acalmar os adeptos. Por vezes era só isso. Foi algo de outro Mundo. Jogar no Benfica é isso mesmo… Aproveito para agradecer ao Rodolfo Moura e ao José Veiga.", considerou o antigo avançado angolano.
O ex-jogador recorda a importância daquele título. "Há 11 anos que o Benfica não ganhava nada… Foi o início daquilo que o Benfica é hoje. Podíamos pensar que era impossível, mas naquele ano tornámos o sonho realidade", frisou.
Mantorras passava por um mau bocado, por causa da lesão no joelho. "O grupo ajudava-me muito durante a semana toda. O Rodolfo Moura a mesma coisa. Eu só treinava com o grupo à quinta e à sexta-feira. Estava preparado e o Trapattoni explicava-me sempre o que queria. Sabia que tinha 15 minutos, 20 minutos se as coisas não estivessem bem. Felizmente consegui ajudar. Dei tudo e conseguimos vencer."
O antigo avançado angolano explica que tinha uma relação especial com Luís Filipe Vieira. "Era o meu presidente no Alverca. Era uma relação de pai para filho. O nosso sonho era sermos campeões no Benfica. Quando chegámos não tínhamos um grande plantel, mas o presidente e o José Veiga conseguiram. Tínhamos um grupo de grandes homens."
Mantorras olha para o Benfica de hoje e verifica que "é muito diferente". "As condições também. Nós treinávamos no Estádio Nacional e noutros campos. Mas sabíamos que futuramente o Benfica tinha condições para ser o que é."
Depois falou sobre Nuno Gomes enquanto jogador. "É uma pessoa muito humana e humilde. É companheiro e simples de lidar. Deu-me sempre a maior força do Mundo para não desistir. Sempre me protegeu."
E elogiou também Ricardo Rocha. "A forma de jogar era a mesma de treinar. Por vezes, dizia-lhe, ‘só tenho um joelho, cuidado’. Era um grande profissional, foi um companheiro espetacular. Na minha equipa, também jogava."
Por Alexandre MoitaSituação foi referida em órgãos de comunicação de Espanha, França, Itália e Turquia
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