Marco Galinha voltou a assumir, na CMTV, que pode ser candidato à presidência do Benfica e acredita que o clube deve ter sempre a maioria do capital da SAD. No entanto, não vê problemas na venda de uma parte desse capital, até porque tem recebido contactos de empresários.
"Sei de grandes empresários nacionais dispostos a atravessar o nome para ajudar o Benfica. Estamos a falar de empresários com centenas de milhões de euros. O Benfica nunca deve vender a maioria do capital da SAD. Era como vender o Mosteiro dos Jerónimos, mas por que não 10%, 20% ou 30%? O Benfica deve olhar para as oportunidades. Por que não o Benfica ter empresários que queiram colocar o clube no topo do Mundo? Desde que o benfica tenha uma maioria bem folgada...", referiu, no programa 'Pé em Riste'.
O empresário prometeu apresentar um estudo sobre a situação do Benfica, a 14 de fevereiro, elaborado em conjunto com os "melhores professores de Gestão da Universidade Nova SBE".
De resto, Galinha já deixou reparos à atual gestão e ainda se defendeu das associações que lhe fazem ao vierismo. "Sou acusado de ser vieirista, mas os vieiristas estão lá todos. Os rácios financeiros de quando ele saiu estavam muito melhores do que hoje", expressou.
Galinha mostrou ainda ambições europeias, ao lembrar ser necessário acabar com "a maldição de 62" e reforçando que o Benfica deve ser um clube dominador. "O Benfica de Eusébio, Coluna e Simões não é o Benfica de hoje", lamentou.
Encarnados reagem às palavras do treinador portista, que falou em "área cinzenta a tornar-se cada vez mais verde"
Ambos merecem confiança de Mourinho
Dragões empataram, deixaram os leões aproximarem-se... e distância ainda pode ficar mais curta
Francisco Benitez eleito para mandato de quatro anos
Antigo jogador investigado por fuga aos impostos
Jovem do Corinthians está a participar na competição em Portugal com um selecionado do Brasil
Lendário nome do futebol alemão, que também fez história em Itália, lamenta a trágica eliminação no apuramento para o Mundial
Lateral esquerdo foi apresentado no Forte Virtus, do terceiro escalão
Ítalo-argentino apelida o técnico como um "maníaco da linha de fora de jogo"
Ex-jogador e agora comunicador recorda episódio curioso em entrevista à 'Sábado'