A acusação do processo E-Toupeira tem bem explícito algo de que a investigação já desconfiava desde o início: Paulo Gonçalves e, por inerência, a SAD do Benfica tinham conhecimento do andamento de vários processos. Ora, o despacho sublinha que, a 19 de outubro de 2017, o assessor da sociedade anónima benfiquista "tinha no seu gabinete impressão do histórico do processo 5340/17.7T9LSB", iniciado a 8 de junho do ano passado, depois da denúncia anónima contra o Benfica por um alegado "esquema de corrupção na arbitragem para beneficiar" os encarnados – falamos no sobejamente conhecido caso dos emails. Segundo a acusação, José Silva, utilizando as credenciais de Ana Paula Vitorino, "iniciou um controlo da tramitação do processo" a partir dos tribunais de Guimarães e Fafe. As informações de centenas de acessos seriam depois transmitidas a Paulo Gonçalves.
De resto, um dos processos mais espiados pelo funcionário judicial José Silva foi o do inquérito em que o Benfica se queixou contra incertos por acesso indevido ao sistema informático do clube, em particular ao correio eletrónico, com posterior divulgação pública. Utilizando as credenciais da procuradora Ana Paula Vitorino, então colocada no DIAP de Lisboa, o funcionário judicial fez 211 pesquisas entre o dia 21 de junho de 2017, em que a primeira entrada registada foi às 16h13 e as 19h55 do dia 29 de janeiro de 2018. O processo dos vouchers foi ‘espiado’ 186 vezes pelo mesmo José Silva.
Nota ainda para o facto de que, no que a medidas de coação diz respeito, Paulo Gonçalves mantém proibição de contacto com José Silva (este em prisão preventiva), Júlio Loureiro, Óscar Cruz e José Ribeiro. Júlio Loureiro e a SAD encarnada seguem com termo de identidade e residência.
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