Não é um qualquer síndrome púbico que trava Petit. Pelo menos por agora. Qual Pitbull, como é conhecido, o médio está a realizar uma das melhores épocas de sempre na Luz, tanto em termos de exibições como no que respeita a golos.
O internacional português tem vindo a encher – e de que maneira – o meio-campo dos encarnados, denotando também um apurado faro pelo golo. Leva 4 tentos na Liga (Beira-Mar, U. Leiria, E. Amadora e Naval) e 2 na Europa (Austria Viena e Paris Saint-Germain), naquela que já se tornou na época mais concretizadora de sempre.
A cereja no topo do bolo é a recente oferta que lhe foi feita pelo grupo: a prestigiada braçadeira de capitão. Face às lesões de Simão, Nuno Gomes e Luisão, a importante missão de capitanear a equipa é agora incumbida a Petit, que revela maior sangue-frio no diálogo com os árbitros.
O jogador tem respondido de forma positiva ao tratamento conservador à hérnia inguinal do desportista de que padece, mas não é de descartar a possibilidade de ser submetido a uma cirurgia no defeso, intervenção a levar a cabo em Munique por Ulrike Muschaweck.
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