A SAD do Benfica antecipa que poderão existir maiores dificuldades de gestão no segundo semestre desta temporada, comparativamente com o período homólogo. E, para tal, muito contribui o facto de as águias não terem alcançado os oitavos-de-final da Liga dos Campeões nem participarem no Mundial de Clubes, como se verificou na época 2024/25.
"O resultado líquido obtido no 1.º semestre de 2025/26, pelo terceiro ano consecutivo positivo e, à semelhança do exercício anterior, superior a 40 milhões de euros, permite encarar o segundo semestre com uma perspetiva de alcançar o equilíbrio económico. Tal cenário exigirá, naturalmente, uma gestão mais complexa do que na época passada, em que a presença nos oitavos-de-final da Champions League e a participação no Mundial de Clubes da FIFA estavam asseguradas", pode ler-se no Relatório e Contas divulgado esta sexta-feira.
A direção encarnada mantém total compromisso com a estabilidade financeira, pilar de que promete não abdicar, mesmo que os empréstimos obrigacionistas continuem a ser uma necessidade. "Estes resultados económicos positivos continuam a constituir um contributo relevante para a manutenção do equilíbrio da tesouraria, que permanece como prioridade da Benfica SAD no âmbito de uma gestão responsável. A Sociedade perspetiva manter o recurso a empréstimos obrigacionistas como principal fonte de financiamento, bem como reforçar o desenvolvimento das relações comerciais com a banca", refere o relatório, sendo ainda vincado que "a manutenção de um nível controlado de dívida líquida continuará a ser um objetivo de médio prazo".
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