Laurent Robert entrou com o pé esquerdo no Benfica, o que, no seu caso, é positivo, pois foi com ele que desferiu o remate que abriu caminho ao triunfo sobre o Tourizense. Um golo valioso logo na estreia a titular e que permite ao internacional francês igualar o feito de algumas figuras marcantes dos encarnados, com destaque para Eusébio.
O “Rei” estreou-se a titular do Benfica a 1 de Junho de 1961, frente ao V. Setúbal, num encontro a contar para a Taça de Portugal – outro facto em comum com Laurent Robert. Por decisão federativa, o jogo disputou-se no dia seguinte à conquista da Taça dos Campeões Europeus, em Berna (vitória por 3-2 sobre o Barcelona), pelo que os encarnados tiveram de alinhar em Setúbal com a equipa B.
O Benfica perdeu por 4-1, mas Eusébio apontou o primeiro dos 473 golos que fez de águia ao peito.
Glórias
Ao fazer um golo na estreia a titular, o camisola 34 dos campeões nacionais juntou-se a outros nomes importantes na história da Luz. Espírito Santo, Julinho, Rogério “Pipi” e Arsénio foram os primeiros a garantir um lugar nesta galeria de notáveis.
Seguiram-se o “monstro sagrado” Coluna, o “bom gigante” Torres e o rebelde Vítor Baptista. Depois, o irreverente Diamantino também facturou na estreia no onze num desafio da Taça – contra os Aliados do Lordelo. Incontornáveis são ainda os nomes de Filipovic, Manniche, Vata, Rui Costa, Schwarz e João Vieira Pinto. Quando bateu o guardião do Tourizense, Laurent Robert mal sabia que tinha entrado para esta montra de craques.
Alguns “flops” só brilharam no arranque
O futebol é pródigo em surpresas e mudanças radicais. Por isso, são vários os exemplos de jogadores em quem não se depositam grandes esperanças e se revelam craques. Ao invés, outros que começam a brilhar acabam por não manter o nível.
E no Benfica há vários casos de jogadores que até marcaram na estreia a titular, mas depois não conseguiram vingar na Luz. O marroquino Hassan, o romeno Panduru, o galês Pembridge, o brasileiro Valdir e o português Tavares são apenas alguns dos exemplos de atletas que começaram de forma explosiva com golos na primeira oportunidade no onze. Só que depois perderam gás, podendo mesmo ser as suas contratações apelidadas de “flops”.
Já no século 21, Jankauskas e Sokota fizeram golos nas estreias a titulares. Só que, findos os respectivos contratos, rumaram ambos ao FC Porto. Percurso inverso fez Zahovic, que também consta desta galeria.
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