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Rui Costa continua o périplo pelas Casas do Benfica do país para fazer a defesa do último mandato e pedir aos sócios que renovem a confiança no projeto que lidera. Este sábado, em Castro Verde, admitiu que o Benfica não ganhou tanto como desejava nos últimos quatro anos, mas vinca que foram criadas condições para que no futuro se conquistem mais títulos.
"Apresento-me hoje com a mesma ambição, vontade, determinação e responsabilidade, que é a parte mais importante. Estou convencido que tudo o que fizemos – é verdade que queríamos ganhar mais títulos -, mas sabemos o que fizemos. E não tenho a menor duvida que o clube está hoje mais preparado para ganhar mais no futuro do que estava há 4 anos. Tudo o que fizemos não pode ser só medido por títulos. O que eu afirmo é que estamos hoje mais prontos a todos os níveis, mas não nos chega. Queremos títulos. O que garanto estamos mais prontos para isso hoje. Quer no futebol, quer nos modalidades", apontou o presidente dos encarnados, que aproveitou o momento para criticar aqueles que há quatro anos se esconderam e não avançaram para a presidência das águias.
"Fez ontem 4 anos que assumi a presidência do Benfica, quatro anos difíceis, num momento em que todos sabiam que não seria fácil para ninguém. Há 4 anos só aparecerem 2 candidatos, todos os outros fugiram e eu não o consegui fazer, não conseguir dizer não ao Benfica. E se não consegui naquele momento, muito menos agora. Do Benfica não se desiste. E nunca desistirei deste clube, enquanto os sócios me quiserem ao serviço do clube, tudo farei para melhorar, para dar o que queremos, conquistarmos títulos e ser um clube maior. Este continua a ser o meu compromisso", apontou o 'maestro' antes de explicar uma dos motivos que faz com que agora apareçam seis candidatos: "Da parte financeira, muitas vezes se diz que o Benfica gastou muito e o Rui Costa gastou muito. Mas se o Benfica estivesse mal financeiramente, não apareciam seis candidatos. Na dificuldade, não aparecem 6. Quem está a concorrer, sabe que quem chega ao Benfica não encontra o Benfica em défice financeiro. Pelo amor que tenho ao clube, a primeira parte mais importante é desportiva, depois a financeira. Nunca deixaria o clube em perigo financeiramente. A parte financeira do clube serve para apoiar o desporto do clube e não o contrário".
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