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Se fosse um caso da esfera religiosa, há muito que algumas vozes teriam exigido a sua beatificação. Não haverá qualquer poder divino, mas as entradas de Pedro Mantorras em campo, ainda que cada vez mais fugazes, assemelham-se a um acontecimento raro que se deixa envolver por uma magia especial.
Uma magia africana que, quase um ano depois de ter marcado ao Getafe, para a Taça UEFA, na Luz, voltou a pronunciar golo com a alegria tantas vezes contida.
Esta não é a primeira vez que Pedro Mantorras, um jovem de 26 anos, faz uma desfeita ao Rio Ave. Em março, há quase três anos, o internacional angolano marcou o golo solitário do Benfica em Vila Conde, precisando apenas de sete minutos para o fazer – ontem, uma vez mais solução, não esperou mais de quatro.
Ainda no mesmo ano, Mantorras conseguiu marcar o golo mais rápido na Luz, numa das derradeiras jornadas. Foi ao Boavista. O africano entrou aos 80 e dois minutos depois marcava para os encarnados.
O último golo de Mantorras, esta época mais mediático devido à componente social, em jogos da Liga, foi ao V. Setúbal, há mais de um ano. O Benfica empatou a um golo e o ponta-de-lança não esteve mais de três minutos em campo até marcar. Um golo que seria o único em toda a época na Liga.
Pedro Mantorras marcou 12 golos nestas circunstâncias, num total de 28 pelo Benfica, o que corresponde a quase metade. Significativo é também o facto de os golos serem todos marcados entre dezembro (apenas um) e maio.
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