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O segurança suíço que ficou em pior estado após os incidentes ocorridos no final do jogo Étoile Carouge-Benfica teve alta, ontem de manhã, do Hospital Universitário de Genebra. Aliás, os outros dois seguranças (um português e outro suíço), também internados, já saíram da unidade hospitalar.
Ao contrário do que havia sido divulgado por um responsável da empresa que organiza este estágio dos encarnados, o agente agredido com mais violência pelos adeptos não corre, felizmente, riscos de ficar paraplégico. O suíço sofreu traumatismo craniano o que o obrigou a ficar em observação durante 48 horas.
Cumprido esse período, o segurança teve alta ontem de manhã bem cedo – pouco antes de a equipa de Record chegar ao hospital – e regressou a casa com um colar cervical além de um braço e uma perna engessados.
O certo é que o espectro dos graves incidentes ocorridos no sábado à noite, em Carouge, continuava ontem a pairar em Yverdon. Antes do pontapé de saída, o “speaker” avisou – em português, francês e espanhol – o público que era proibido invadir o campo antes, durante ou depois do jogo.
O público, maioritariamente português, assobiou perante o olhar atento dos seguranças da “Stadium Genéve”, empresa de “stewards” formados que rendeu a “Protectas”.
Refira-se que a Polícia de Genebra só avançará com qualquer processo sobre o ocorrido caso algum dos agredidos apresente queixa.
Luís Filipe Vieira lamentou os incidentes ocorridos no sábado, mas mostrou-se tranquilo. “O Benfica nada teve a ver com aquela situação, pois foram portugueses que invadiram o relvado e estavam lá adeptos de todos os clubes”, disse à RTP.
Protectas despede segurança
A Protectas despediu o segurança que utilizou o cassetete para deter o adepto que invadiu o campo no final do jogo entre Étoile Carouge e o Benfica, sábado passado, anunciou ontem, em comunicado, aquela empresa.
Depois de referir que este foi o primeiro incidente em muitos anos a efectuar vigilâncias de manifestações desportivas e que tal se deveu “à inobservância dos regulamentos internos de um agente de segurança”, a Protectas torna claro: “Lamentamos e condenamos a atitude desrespeitadora do nosso colaborador.”
E acrescenta que o agente foi “despedido”, além de lhe ter sido retirada a acreditação do departamento de justiça, polícia e segurança do cantão de Genebra.
Garante a Protectas, ainda, que os colaboradores seguem “uma formação específica, tanto teórica como prática”, antes de serem contratados e que a utilização do cassetete é “submetida a regras muito precisas”.
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