Podia ser apenas um pormenor, potenciado pelo facto de só haver um futebolista português no onze inicial do Benfica. Quando o hino nacional soou no Estádio do Jamor, só André Almeida esboçou tentativa para cantar, enquanto os restantes companheiros de equipa passavam ao lado do momento. Não surpreenderia esta espécie de escorregadela involuntária no protocolo, mas o resto da tarde haveria de trazer mais situações em que o Benfica simplesmente não foi capaz de lidar com esse mesmo protocolo.
E a situação seguinte surgiu na tribuna de honra, quando os encarnados foram receber as medalhas de finalista vencido. De novo a maior parte dos jogadores passou ao lado do momento, não cumprimentando o Presidente da República, alguns deles nem sequer olhando para Cavaco Silva depois de receberem a medalha das mãos de Fernando Gomes. Cumprida essa obrigação, toda a equipa desceu ao relvado e, ao contrário do que também está implicitamente instituído [e é exemplo de natural “fair play”], de imediato baixou aos balneários, não assistindo à entrega da Taça de Portugal ao Vitória de Guimarães. Gaffes...
Presidente da MAG muito crítica com arbitragem do Famalicão-Benfica
Conselho de Arbitragem divulgou apreciação à atuação dos árbitros na 30.ª jornada; decisão de não repetir penálti em que Schjelderup já estava na área e gerou discussão considerada acertada
Anatomia do drama dos 11 metros. Veja também as principais diferenças em relação aos Big-5
Jogador teve propostas próximas dos 30 milhões em janeiro e António Salvador não aceitou a venda
Enzo Marques estava com a família em São João da Madeira quando um condutor subiu o passeio e atropelou 10 adeptos
Antigo treinador orientou o brasileiro no Real Madrid em 2006/07
Os detalhes de uma possível contratação de verão
Fábio Medeiros e João Mesquita, da Livemode, em entrevista ao Negócios Record
Fotografia já se tornou viral
Gratidão e cumplicidade com o compatriota