O presidente do Benfica, hoje detido, acompanhou as buscas no âmbito de um processo por suspeitas de abuso de confiança, burla, fraude fiscal e branqueamento de capitais, disse à Lusa fonte ligada ao processo.
Luís Filipe Vieira vai aguardar o primeiro interrogatório judicial, que deverá decorrer na quinta-feira, nas instalações da PSP de Lisboa, em Moscavide.
O presidente do Benfica foi um dos quatro detidos numa investigação que envolve negócios e financiamentos superiores a 100 milhões de euros, com prejuízos para o Estado e algumas sociedades.
Uma nota do Departamento Central de Investigação e Ação Penal (DCIAP) refere que, para esta investigação, foram cumpridos cerca de 45 mandados de busca a sociedades, residências, escritórios de advogados e uma instituição bancária em Lisboa, Torres Vedras e Braga.
Um dos locais onde decorreram buscas foi a SAD do Benfica que, em comunicado, adiantou que não foi constituída arguida.
Em causa, adianta o DCIAP, estão "factos ocorridos, essencialmente, a partir de 2014 e até ao presente", suscetíveis de configurar "crimes de abuso de confiança, burla qualificada, falsificação, fraude fiscal e branqueamento de capitais".
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