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Jogou 14 épocas no Benfica, no período entre 1972/73, quando se estreou ainda jovem, e 1985/86, quando se despediu, numa altura em que estava ainda na posse de quase todas as suas principais qualidades. António Bastos Lopes começou por expressar-se ao mais alto nível como lateral-direito.
O tempo foi generoso e melhorou-o como jogador: fez dele um central de bons recursos, primeiro como complemento perfeito de Humberto Coelho, depois como garante da estabilidade da equipa; primeiro como resistente às passagens de Eurico Gomes, Carlos Alhinho e João Laranjeira, depois como referência que serviu para enquadrar centrais como Oliveira e Samuel.
Na I Divisão tem 278 encontros feitos com a camisola benfiquista, uma vida inteira de dedicação, prolongada com o cargo de treinador das camadas jovens, que ainda hoje ocupa. Era um defesa duro, com bom sentido posicional, que utilizava perfeitamente o corpo nos despiques individuais e sabia jogar de cabeça. Não foi um defesa de época, daqueles que marcam as vidas de quem o viu jogar; foi um produto de perseverança e trabalho, armas com as quais atingiu plano de notoriedade no futebol português.
Dez vezes na selecção
António Bastos Lopes jogou dez vezes na selecção nacional, estreando-se num jogo em Oslo, a 9 de Maio de 1979, convocado por Mário Wilson - entrou para o lugar de José Alberto Costa, na vitória por 1-0. A despedida foi em Itália, a 3 de Abril de 1985, ao lado de Eurico Gomes, com derrota por 0-2. Pelo meio, esteve presente na fase final do Euro-84, mas não fez qualquer jogo.
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