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06 abril

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100 anos: Cosme Damião

Todos os historiadores são unânimes nas referências elogiosas a Cosme Damião, considerado o símbolo imortal da alma do Benfica. Para que se saiba, Cosme Damião tem a sua fotografia à entrada do Museu do Benfica e foi um dos fundadores e um grande impulsionador do clube. Cândido de Oliveira chegou a escrever sobre ele: “Fez do Benfica o maior clube português”. Curiosamente, Cosme Damião foi tudo menos presidente: “Médio-centro da equipa de honra, treinador, director, conselheiro, e até caixa de todos os jogadores que não tinham vintém”. Acrescente-se, todavia, que Cosme Damião – eleito em 1909 capitão-geral do grupo de futebol e director – também foi bem acompanhado na fase em que o Benfica começava a crescer e, até 1925, teve a seu lado figuras como Januário Barreto, Luís Carlos Faria Leal, Félix Bermudes, João Carlos Mascarenhas de Melo e, mais tarde, António Ribeiro dos Reis e Bento Mântua. O desejo de Cosme Damião em o Benfica ter o seu campo próprio só foi possível de concretizar a 13 de Dezembro de 1925 com o Estádio das Amoreiras.

‘E Pluribus Unum’

A divisa do Benfica “E Pluribus Unum” (Um por todos, todos por um) é de autoria de Cosme Damião que a explicou numa entrevista concedida ao jornalista Mário de Oliveira. “Veio primeiro a ideia do jogo pelo prazer de jogar. A ideia do clube seguiu-se ao prazer do triunfo. Houve, desde logo, a certeza de que, pela união, nos podíamos tornar mais fortes”.

(A partir de amanhã, “Record” faz a apresentação dos melhores guarda-redes)

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