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Tinha 17 anos quando chegou a Lisboa. Trouxe de Moçambique o perfil da discrição, da sensatez, da educação e do bom senso; trouxe também a ilusão de vir a ser um grande jogador, ainda que a sua primeira imagem marcante fosse mais próxima de um menino em missão diplomática. Shéu Han cumpriu tranquilamente todos os trâmites das camadas jovens, confirmou qualidades e posicionou-se para o arranque da carreira, escudado em apreciável capacidade técnica, óptimo sentido posicional, perfeito tempo de entrada aos lances e domínio na utilização do corpo nos lances divididos. Com a bola nos pés era hábil na condução, excelente no passe e na utilização do drible, sempre com sentido prático. Shéu agia com a serenidade de quem assumia haver solução para todos os problemas, mesmo nas situações mais problemáticas. Jogou até 1989, apresentando um currículo extraordinário: oito títulos nacionais; seis Taças de Portugal; duas Supertaças; 62 presenças em jogos europeus, com duas finais pelo meio - Anderlecht (Taça UEFA-82/83) e PSV Eindhoven (Taça dos Campeões - 87/88).
À beira dos 350 jogos
Shéu é o segundo médio-centro em número de jogos pelo Benfica na I Divisão - as suas 349 presenças só são superadas pelas 363 de Mário Coluna. Em 17 épocas ao serviço do clube, Shéu marcou ainda 40 golos, número interessante para um médio que o tempo tornou cada vez mais recuado. Os 24 jogos na selecção nacional confirmam a excelência da carreira.
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