A crónica do Moreirense-Benfica, 3-1: Verde e branco à leão
Primeira parte foi dominada pelo Benfica, mas o ‘porta-aviões’ foi ao fundo no arranque da segunda parte.
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Augusto Inácio bem tinha avisado que o Moreirense iria jogar de verde e branco, mas poucos esperavam que fosse um verde e branco ‘daqueles’, tão carregado, capaz de rivalizar com o todo-poderoso Benfica, dono de um plantel que dá para dois onzes de luxo e dominador claro do futebol que já foi jogado esta temporada em Portugal. Mas havia razões para desconfiar: estavam em campo os leõezinhos Francisco Geraldes e Daniel Podence, prestes a regressar a Alvalade, mais o treinador Augusto Inácio e ainda Dramé, um discreto ex-sportinguista. Uma mistura explosiva, como se viu na segunda parte.