A crónica do Southampton-Benfica, 0-2: quando a memória comanda o físico
Bastou à equipa manter os princípios da época passada para ser muito melhor e ganhar bem
Seguir Autor:
Acima de tudo, o primeiro jogo do Benfica em 2023/24 foi um exercício de memória. Na impossibilidade de utilizar todo o arsenal à disposição, Roger Schmidt deu seguimento à preparação, escolheu um onze coerente e reclamou apenas que a equipa se expressasse de acordo com rotinas, automatismos e princípios herdados da época anterior. A dinâmica, o ritmo, a intensidade foram as possíveis, ao fim de uma semana de trabalho, mas isso, por certo, era o menos importante para o técnico encarnado.