A crónica do V. Setúbal-Benfica, 1-1: Meia parte não deu para fazer festa
Águias melhores até ao intervalo
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Num estádio com assistência ao nível dos grandes momentos da época, V. Setúbal e Benfica não puderam corresponder às elevadas expectativas da plateia. Após uma primeira parte levada muito a sério pelos encarnados, que podiam ter resolvido o jogo face à superioridade evidenciada, seguiram-se 45 minutos em que as forças se equilibraram: porque os benfiquistas mudaram radicalmente e porque os sadinos mantiveram a equipa, o espírito competitivo e entraram mais depressa no jogo depois do intervalo, com a nuance de terem chegado ao empate muito cedo (54’). Para a melhoria sadina em termos de posse, de coerência e até de perigo para o extremo reduto contrário, muito contribuiu a entrada de Rúben Micael que, no período em que a equipa deu a saída ao seu futebol de vistas largas, pareceu trazer mais argumentos para equilibrar as operações.