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Liga norte-americana já é 'produtora' de jovens talentos
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Em 1975, António Simões colocou ponto final numa ligação de 16 anos com o Benfica e rumou ao EUA. Mas não foi sozinho: desafiou Eusébio a cruzar o Atlântico para ir jogar naquele país. Nessa altura, o país do 'soccer' era um Eldorado para os ídolos do futebol. "Não escondo que a minha estabilidade financeira se deve ao que ganhei nos EUA", reconhece Simões, campeão europeu pelos encarnados em 1962.
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