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Presidente exige que o treinador olhe para o centro de estágio do Seixal como uma casa única, onde impere a colaboração entre todos os escalões...
Uma maior aposta na formação é a grande exigência de Luís Filipe Vieira para o futuro imediato. Esta mudança tem o objetivo de transformar o centro de estágios do Seixal numa autêntica fábrica de talentos que, a curto/médio prazo, consiga "alimentar" a equipa principal, mas também os cofres do clubes.
A meta não é nova, apenas renovada, e, juntamente com questões financeiras, acabou por estar na base da equação de mudança técnica na Luz.Vieira quer mais formação na equipa principal e uma aposta consistente em jovens valores, que possam crescer como atletas e homens junto dos mais experientes.Mas quer, acima de tudo, maior ligação entre todos os escalões do futebol.
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Nesta perspetiva, Rui Vitória reúne as características certas para entender o "modus operandi" do Campus do Seixal, com a SAD a depositar muitas esperanças no crescimento do "viveiro", paralelamente à competitividade da equipa. No fundo, quer em marcha o slogan já existente: "Formar a ganhar."
Enquanto não assina com o técnico do V. Guimarães, Vieira vai resistindo à pressão para a contratação de Marco Silva. Certo é que o líder da águia quer fechar o dossiê rapidamente, para entregar ao treinador a preparação da época 2015/16. RuiVitória lidera as opções e é visto como o homem certo para colocar em prática as novas regras do centro de estágio.
União
O plano do presidente para oSeixal e para o treinador está estruturado e tem o Benfica, e os seus interesses, no topo das prioridades. Posto isto, o técnico tem de acompanhar e ajudar a crescer a formação.
Em altura de contenção financeira, Vieira quer que o Seixal seja em breve uma das bases do clube para possibilitar bons encaixes financeiros. O Benfica não pode descurar a venda de jogadores e Vieira quer que, cada vez mais, esta via passe pela formação e menos por reforços contratados.
Para que este modelo funcione na perfeição, o diálogo entre o treinador da equipa principal e os restantes (equipa B incluído) tem de ser permanente e sem restrições. O líder do clube não quer que existam "quebras" entre as equipas A e B. O futebol do emblema encarnado terá um estratego, mas será trabalhado como um todo.
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