Águia acusa Jesus de premeditação

Gabinete jurídico das águias reuniu fundamentação suficiente que entende provar esta situação

O Benfica tem a convicção de que Jorge Jesus estava a pensar em treinar o Sporting dois ou três meses antes de ser anunciado o acordo entre técnico e leões. Record sabe que os encarnados recolheram muita fundamentação, que entendem provar esse cenário. A SAD liderada por Luís Filipe Vieira, através do departamento jurídico, tem praticamente concluído o processo, que será entregue em Tribunal de Trabalho, após as férias judiciais, que terminam no final do mês.

O Benfica, que não pagou o ordenado de junho a Jesus, reclama deste uma indemnização de 7,5 milhões de euros (valor da cláusula de rescisão) por entender que houve quebra unilateral do contrato, que expirava a 30 de junho.

A trabalhar para o rival

A 5 de junho, a Sporting, SAD comunicou à CMVM a contratação do treinador, de 61 anos, acrescentando que o vínculo entraria em vigor a 1 de julho. No entender dos encarnados, entre essa data e o final do contrato Jesus não esteve nem a trabalhar para o clube que serviu desde julho de 2009, nem em gozo de férias.

"Seria estranho o Benfica pagar um mês em que um seu funcionário não apenas não trabalhou mas, pior, trabalhou para outra entidade", salientou, anteontem, o diretor de comunicação das águias, João Gabriel.

O Benfica, depois do ruído provocado pela decisão de acionar judicialmente Jesus, anunciada no dia antes de os leões jogarem o apuramento para a Champions, opta pelo silêncio, para que o processo decorra sem perturbação.

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