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16 maio

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António Silva: «Sendo eu benfiquista ferrenho, poder ajudar o meu clube nestas conquistas...»

O menino "teimoso" e que se não fosse central "gostaria de jogar a guarda-redes" lembrou uma adaptação que não foi fácil ao Benfica, aos 11 anos.

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• Foto: Luís Manuel Neves

António Silva não escondeu ser benfiquista desde pequeno e explicou o sentimento que tem pelo clube onde tentou ingressar pela primeira vez aos 11 anos.

"Ser do Benfica é algo excecional. Sente-se uma coisa tão intrínseca por ser Benfica que é algo que me deixa muito orgulhoso. Sendo eu benfiquista ferrenho, poder ajudar o meu clube nestas conquistas, é algo que nunca pensei que ia conseguir. Estou extremamente orgulhoso", afirmou à plataforma BPlay, revelando que foi pelo pai e pelo irmão mais velho que criou o fervor pelas águias.

"Sempre fui benfiquista por influência do meu pai, o meu irmão se calhar é o mais benfiquista da família. Foi-nos passando isso. O Benfica é uma forma de viver e algo muito bom", acrescentou.

O defesa-central, de apenas 18 anos, soma apenas oito jogos pela principal equipa dos encarnados e aponta Rúben Dias como referência.

"O Rúben Dias é uma referência tal como o é para as pessoas do Benfica Campus. Ele entrou muito cedo no Benfica e hoje em dia está à vista de todos o que está a conquistar. Temos a certeza que ele vai conquistar muito mais", disse, abordando também o facto de poder contactar diariamente com Luisão.

"É uma pessoa muito importante no Benfica. Cresci a ir ao estádio e a ver o Luisão jogar. Um dia, ser eu a jogar, e ver o Luisão de fora a apoiar-me, é excecional para mim", reiterou António Silva, que teve Jonas como ídolo de infância e que gostaria de conhecer Cristiano Ronaldo. "Acho que ficava sem palavras", atirou.

O menino "teimoso" e que se não fosse central "gostaria de jogar a guarda-redes" lembrou uma adaptação que não foi fácil ao Benfica, aos 11 anos.

"Passei muito mal, tinha muitas saudades de casa. Era muito novo. Na altura, com a ajuda dos responsáveis do Benfica acabei por voltar a casa e foi um passo em frente naquilo que é a minha curta carreira. Acabou por não ser um passo atrás mas para a frente. Estando no Benfica tão novo não era aquilo que eu queria, até na minha vida quanto miúdo. Entendeu-se que devia voltar a Viseu", recordou o camisola 66 dos encarnados, elogiando ainda os princípios passados pelo clube da Luz aos futebolistas.

"Os jogadores que ingressam no Benfica Campus acabam por sair prontos. É a vida. Não podemos ficar todos no Benfica. Acabam por sair grandes homens e com valores que os pais irão agradecer ao Benfica por aquilo que o clube passa aos jogadores. Vimos para aqui muito novos e acabamos por sair aos 18 anos para ir viver sozinhos ou com outro colega. Passam-nos tudo, desde cozinhar, problemas que possamos ter em casa, é tudo passado para nós. A adaptação a qualquer contexto é mais fácil porque nos ajudam em qualquer contexto", explicou.

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